“Dúvida” E surge a dúvida... Quantas já tive? Mas aquela dúvida, Aquela cruel dúvida... E quantas perguntas, Quantas aparecem -só de pensar. Uma dor no peito, Uma agonia... Desvio os pensamentos Para não me torturar. Parece que nunca vai terminar... Não tem para onde correr... Não tenho a quem perguntar. E por mais que jures, Não consigo acreditar. A vergonha me toma, Me consome todo -e por dentro. Acordo cansado, Permaneço deitado. Desejo o fim - de mim mesmo. É a dúvida, A inquieta dúvida... E a verdade me assusta, Estremeço -só de imaginar. Algumas doses, Algumas músicas, O telefone, A saudade, O gozo... A dúvida, A inquieta dúvida. Paulinho Meireles
concordo plenamente, mais uma vez palavras sabias que expressão sentimentos confusos que todos nós sentimos..
ResponderExcluirSentimento confuso esse tal de amor...mais sei que tenho td isso. AMOR, muito amor!
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