“Dúvida” E surge a dúvida... Quantas já tive? Mas aquela dúvida, Aquela cruel dúvida... E quantas perguntas, Quantas aparecem -só de pensar. Uma dor no peito, Uma agonia... Desvio os pensamentos Para não me torturar. Parece que nunca vai terminar... Não tem para onde correr... Não tenho a quem perguntar. E por mais que jures, Não consigo acreditar. A vergonha me toma, Me consome todo -e por dentro. Acordo cansado, Permaneço deitado. Desejo o fim - de mim mesmo. É a dúvida, A inquieta dúvida... E a verdade me assusta, Estremeço -só de imaginar. Algumas doses, Algumas músicas, O telefone, A saudade, O gozo... A dúvida, A inquieta dúvida. Paulinho Meireles
Que delícia ter um segredinho...rsrs.
ResponderExcluirAdorei Paulo!
Ô homem apaixonado! Só pode...para tá tão inspirado!!! Ixe...rimou!!! kkkkkkkkkkkkkkk...
ResponderExcluirVocê tá um danado! hehehehehehe...
Não sou eu... é o eu lírico.... :P
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